Papaya é um filme muito bonitinho. E é também bastante educativo. Eu o assisti com minha filha e ela ficava falando o tempo todo de algo que aprendeu na escola. Senti que parece sob medida para mostrar nas terceiras séries do Brasil.
CRÍTICA PAPAYA
Papaya conta a história de uma semente de mamão. Após se soltar da árvore que a gerou, ela percebe que vai enraizar e crescer. Mas ela não quer ficar presa em um só lugar. Quer voar, conhecer o mundo. E veja só, se não consegue voar, ela realmente dá um jeito de viajar. E vai conhecer outras árvores, outros bichinhos e até ter um contato com a civilização humana.
O charme de Papaya é seu visual. É uma animação bem simples, mas extremamente charmosa. É um estilo composto quase exclusivamente de linhas retas, bastante remanescente de videogames atuais de baixo orçamento. Mas aqueles bonitões, sabe? As cores são chapadas e vivas, e todas as criaturas, com seus olhinhos e boquinhas, são extremamente apertáveis. Contribui para o charme ser um filme quase totalmente mudo, com algumas poucas palavras e sílabas pronunciadas sutilmente.
É também um filme bem curtinho, com pouco mais de uma hora, sendo que seus primeiros cinco minutos são de propaganda (propagandas presas ao filme, não anunciantes de cinema). Eu fiquei um pouco mordido com a quantidade de propagandas abrindo o longa, e não dá para negar que isso incomoda. Felizmente, se você assistir a Papaya em casa (ou na escola), poderá pular este início. E o que vem depois, é muito legal.







































