Pouco tempo depois do lançamento de Playstation 5, e de meu colega Yohan e eu termos criado muito conteúdo relacionado no nosso podcast Ludologia, Death Stranding 2: On The Beach chega ao Windows. E agora a gente pode saber como é brincar de carteiro em uma máquina que brilha luzes de neon. Convenhamos, tudo fica melhor com luzes de neon.
DEATH STRANDING 2: CARTEIRO COM JANELAS
Eu já falei bastante sobre o jogo, tanto sobre a história e a experiência no Ludologia quanto no review tradicional que fiz para o DELFOS. Assim, simplesmente não tenho mais o que falar sobre o jogo em si. Para saber o que achei dele, leia os links supralinkados no primeiro parágrafo. Neste texto rápido, vou falar da versão de PC. Como sempre, joguei Death Stranding 2 no meu notebook equipado com uma RTX 3070 e um processador i7-12700H.
Uma coisa que sempre acontece comigo quando testo a performance de um jogo no PC é que simplesmente não vejo mudanças consideráveis em performance quando mudo as preferências. Não sei se é alguma falta de conhecimento minha ou um problema da minha máquina, mas jogar Death Stranding 2 com a predefinição low dá a mesma performance da very high. Ou seja, cerca de 45 fps. Uma coisa que afeta consideravelmente quão bem o jogo roda é ir acima do very high. Tem algumas opções que você pode deixar ainda melhor, ativando ray tracing em várias qualidades. Colocar tudo no mais absoluto máximo fazia meu computador sofrer a 12 fps.
Tentei inclusive mudar as opções de DLSS. Fui de qualidade para performance e tentei escolher 60 fps como meta, mas isso alterou pouco ou nada a performance. O que realmente alterou foi ligar frame generation, o que fez com que o jogo passasse dos 60 com facilidade, mesmo com tudo no máximo. Curiosamente, 60 fps com frame generation me pareceu bastante inferior aos 30 fps tradicionais, então fica a seu critério usar isso ou não.
NOVOS CONTEÚDOS

Esta versão de Death Stranding 2 é quase uma Director’s Cut, que traz novos conteúdos. Porém, todo este conteúdo novo chega gratuitamente em uma atualização para quem já tem o jogo no PS5. Um deles é a nova dificuldade To The Wilder, uma versão realmente punitiva do jogo, e que não permite ser alterada durante a campanha. Ou você a escolhe no começo e joga tudo, ou simplesmente não a usa. Eu prefiro não usar. Pior coisa é jogar na dificuldade máxima, travar em um ponto especialmente punitivo e não poder diminuir para passar.
O restante do conteúdo novo é menos importante, mas com certeza será visto por mais gente, como as bandanas personalizáveis que podem ser destravadas na nova área de treino. Seu quarto privado também será visitado por um gatinho, e você pode tirar fotos com ele.
Este é Death Stranding 2: On The Windows. Não é uma versão que incentive comprar o jogo de novo, mas chega como uma opção que permite escolher se você vai jogar no console ou no Windows. E isso sempre é positivo. Pelo que as notícias estão dizendo, muito provavelmente será um dos últimos ports single player para PC lançados pela Sony, então espero que a turminha das janelas aproveite bastante. Me conta como foi sua simulação de carteiro nos comentários.





































