Hoje é dia de Destruição Final 2 e, a não ser que eu tenha esquecido, o que é bem provável, não assisti à Penúltima Destruição, de 2020. Aliás, eu sequer me lembro de ter ouvido falar dele, mas talvez isso se deva ao título nacional totalmente genérico. Não que o original, Greenland (Groenlândia) seja especialmente bom, mas pelo menos seria um título bem atual hoje em dia, em que um duende laranja autointitulado dono do mundo quer porque quer este pedaço de terra.
Mas divago. Apesar de ser uma continuação, Destruição Final 2 é uma boa diversão mesmo para quem não assistiu ao anterior. Tanto, inclusive, que funciona tão bem quanto uma primeira parte, graças à temática facilmente compreensível. Se liga.
CRÍTICA DESTRUIÇÃO FINAL 2
Um cometa caiu na Terra e exterminou 75% dos seres humanos. Não satisfeito, ainda tornou boa parte do planeta inapropriado para vida. A família Garrity começa o longa segura em um bunker subterrâneo, mas um terremoto logo destrói o lugar e todo mundo precisa sair dali correndo.
Eles pegam um barquinho e vão para a Inglaterra. Afinal, como todo mundo sabe, o mundo é feito apenas de dois países, EUA e Inglaterra. Chegando lá, eles querem chegar onde o cometa caiu, na França (o quintal da Inglaterra) pois acreditam que lá a vida já voltou. Então o filme é basicamente uma road trip pela Inglaterra. Sem vilões propriamente ditos, é uma história de viagem em que uma família precisa fazer o possível para sobreviver, lidando tanto com pessoas perigosas quanto com o próprio mundo assassino. A propósito, a cena do desfiladeiro é tensa até dizer chega. Sensacional.
THE LAST OF US
Se você é um delfonauta ligadão (high five!), já sacou como, tirando o país, a temática é bem parecida com o primeiro The Last of Us. E é uma boa história, que ainda não me cansou, mesmo sendo relativamente comum na cultura pop. E funciona bem pela simplicidade. Você logo sabe qual é o objetivo, e todos os conflitos decorrem simplesmente de eles estarem passando por onde não deveriam. E, como um longa composto de esquetes, ou um livro de contos, acaba sendo uma coleção de histórias e desafios curtos. Embora neste caso, claro, haja uma linha de costura que une tudo.
Destruição Final 2 é um filme bem tenso e intenso, com pouquíssimo tempo de respiro. Inclusive, os poucos momentos mais tranquilos são logo interrompidos por uma tensão repentina. Por ser curto, com pouco mais de 90 minutos, é uma fórmula que funciona, e termina antes de cansar ou ficar repetitivo.







































