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Capitão América: escritor promete mais conflito moral na sequência

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O Capitão América é um personagem de propaganda, e ninguém pode negar isso. Até por isso o primeiro filme abraçou este lado do personagem e tivemos um filme como ele devia ser: mostrando os americanos como heróis e demonizando o nazismo. Até porque é quase impossível retratar o nazismo sem demonizá-lo.

Mas isso era a Segunda Guerra Mundial. Todos os filmes que se passam nesse período têm uma temática maniqueísta. E, se você assistiu a Capitão América, sabe que o segundo filme tem de se passar no presente, onde uma história assim não se encaixa muito bem. Felizmente, os escritores do longa também sabem disso.

Em uma entrevista ao The HD Room, os roteiristas Christopher Markus e Stephen McFeely falaram sobre o tom da continuação do filme do bandeiroso.

Nós fizemos um filme onde a guerra entrava em contexto com Steve Rogers“, disse Markus. “Era um filme sobre uma época mais inocente, onde havia situações em que as escolhas entre preto-e-branco, certo-e-errado, bem-e-mal. E o Capitão é um sujeito que simboliza isso. Agora ele está na nossa época, e não tem nada preto-e-branco“.

McFeely completa:

A maioria das pessoas conhece a história do Capitão América como um sujeito fora da sua época. Nós vamos explorar o Capitão entrando no nosso mundo e imaginando ‘o que é tudo isso? O que aconteceu com o mundo?’

Este é um bom caminho para transformar o bandeiroso em uma franquia bem sucedida no cinema. Considerando que ele é um militar dos anos 40, é mais do que esperado que ele seja racista, homofóbico, religioso e autoritário. Obviamente, ele não será nada disso no filme, mas deve ter uma ou outra coisa que possam colocar nesse contexto. Só vou ficar extremamente decepcionado se a única dificuldade dele com o mundo atual for em como mexer em um iPod…

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Homero de Almeida
Ao contrário dos outros delfianos, Homero não tem pretensões de dominação global. Ele se contenta apenas em dominar a rede mundial de telecomunicações, principalmente a internet. Afinal, conhecimento é poder. Entre outros planos, ele pretende ter uma noite de amor gostoso perto da lareira com a Natalie Portman (ao contrário do que diz o Corrales, ele acredita que ela agüentaria levar um caprichado tapão na bunda), cantar Valhalla junto com o Hansi Kürsch, xingar o antigo professor de Computação Gráfica e deixar de ser gordo. Ah sim, ele também quer dar um chute na bunda do Bill Gates.