Outra empresa que mostrou o que anda aprontando durante a WB Summit 2017 foi a Capcom. E o que ela anda aprontando parece bem legal, a começar por…

MARVEL VS. CAPCOM INFINITE

Marvel Vs Capcom Infinite

Jogos competitivos andam fazendo a rapa no mundo dos joguinhos eletrônicos atualmente, então não é de se espantar que a nova iteração da série Marvel Vs. Capcom tenha sido um grande destaque da apresentação da Capcom. E parece que eles não vão repetir os erros de Street Fighter V.

A história, por exemplo, não será mais algo adicionado após o lançamento. Muito pelo contrário, a Capcom parece ter levado a história realmente a sério. Por exemplo, eles tomaram o cuidado de que o encontro entre os dois universos não pareça gratuito e seja coerente com a origem de todos os personagens.

Desta forma, eles visam mostrar coisas inesperadas, mas que fazem sentido. Quem jogou o demo disponível deve se lembrar do icônico momento em que o Rocket Raccoon pega as armas do Dante, por exemplo.

Para conseguir tal proeza, eles juntaram duas mentes para criar a história, cada uma representando um universo. São eles Bill Rosemann, da Marvel, e Paul Gardner, da Capcom, que criaram fusões interessantes entre os dois mundos.

Por exemplo, da fusão da Wakanda do Pantera Negra com Valhabar, de Monster Hunter 4, surgiu Valkanda. Da união de Ultron e Sigma surgiu – alerta para um exacerbamento de criatividade – Ultron Sigma, o vilão do jogo com o objetivo de exterminar a humanidade. O desafio é tão cabeludo que vai fazer os heróis recorrerem a Thanos.

Marvel Vs Capcom Infinite
Não, este não é o Thanos.

Apesar de o foco da apresentação ter sido na história, deixaram claro que haverá outras formas de jogo: arcade, versus, online, missões e até um banco de dados. As missões, como quem já é escolado nos jogos de luta sabe, servem como uma espécie de tutorial para cada jogador.

Se você é brasileiro (oi!), comprando o jogo você ganha skins especiais do Warrior Thor, Evil Ryu e Carol Danvers (esta última apenas se comprar no PS4). O mais legal é que a versão física vem com cards de todos os personagens, que formam quase um Super Trunfo do jogo.

Marvel Vs. Capcom Infinite sai logo mais, em 19 de setembro, para PS4 e Xbox One. Claro, virá legendado em PT-BR.

MONSTER HUNTER WORLD

O trailer de Monster Hunter World me conquistou no momento que mostrou o protagonista metralhando um dinossauro. Taí algo que eu sempre quis fazer na vida real. Isso e abraçar um panda.

Vou dizer, antes de ver o jogo, ele estava meio fora do meu radar. Ou melhor, estava no meu radar profissionalmente, pois é um jogo de uma série que as pessoas gostam, mas eu não tinha um interesse particularmente pessoal nele. Afinal, trata-se de mais um RPG de ação em um mundo transbordando de RPGs de ação.

Monster Hunter World

O que foi mostrado, no entanto, me deixou realmente interessado no que vem por aí.

O combate parece legal, as batalhas parecem épicas e, principalmente, o mundo parece muito vivo. Exemplo? Você pode assistir um monstro comendo outro e indo embora. Siga-o e você o verá regurgitando a carcaça para dar para os filhos. Poxa, isso é um verdadeiro ecossistema.

As caçadas parecem bem dinâmicas também. Por exemplo, dá para você montar no monstro e atacar partes diferentes do seu corpo, ou então ter sua luta invadida por um monstro maior que acaba ajudando você a caçar sua presa. Outra coisa que pode acontecer é o bicho ficar preso no cenário, mas não como aquele glitch comum nos games, mas literalmente enroscado na grama.

Monster Hunter World

Particularmente, eu sei que minha apreciação do jogo será diretamente proporcional a quão profundo seja seu lado de RPG. Como o que eu vi mostrou mais ação do que menus e estatísticas, acabei saindo bem empolgado, e torcendo para que este seja o foco da versão final.

Infelizmente, o lançamento deste ainda está longe. Monster Hunter World sai só no início de 2018, para PS4 e Xbox One.

Comente aí embaixo. Qual te interessou mais e por que foi o Monster Hunter World?

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Carlos Eduardo Corrales
Editor-chefe e editor de games. Fundou o DELFOS em 2004 e habita mais frequentemente as seções de cinema, games e música. Trabalha com a palavra escrita e com fotografia. Já teve seus artigos publicados em veículos como o Kotaku Brasil e a Mundo Estranho Games. Formado em jornalismo (PUC-SP) e publicidade (ESPM).
  • Roberto Vasconcelos Eluan

    Jogos de luta só não compro pro meu Xone porque não dá pra usar meus joysticks de luta da Madcatz do 360. Mas Monster Hunter me interessa.