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Dicas para se dar bem em Nioh

Publicado em 13/2/2017 às 00:00


Nioh, o novo exclusivão da Sony, já está disponível e, como todos já sabíamos, é um jogo bem difícil, que exige muita atenção. Ao longo da última semana, eu venho progredindo nele de forma lenta, porém constante. Embora eu ainda não esteja pronto para escrever nosso review completo (mantenha-se delfonado, logo ele popa por aqui), resolvi compartilhar algumas dicas para ajudar os delfonautas a sofrerem menos.

As dicas abaixo de forma alguma tentam ser um guia definitivo. Eu não estou nem perto de ser um jogador impecável em Nioh, mas cometi alguns erros que você pode evitar, além de ter aprendido algumas coisinhas que podem ajudar. Fizemos algo assim algumas vezes, como na época dos lançamentos de Dead Rising e Dead Rising 2, e Odin decidiu que é novamente a hora. Pegue seu capacete com chifres, e junte-se a mim na caça a uns demônios japoneses.

ANTES DE MAIS NADA

A primeira coisa que você tem que saber em Nioh é como pronunciar o nome do jogo. Nada de “Náiou”, por favor. A pronúncia correta é a mais óbvia para quem fala português mesmo: Nió. Simples assim.

Também é de bom tom saber o significado do nome do jogo. Afinal, não é sempre que algo chega por aqui com um título em japonês. Nioh significa “rei benevolente”. Pronto, agora que você já sabe japonês suficiente para impressionar minas em baladas, é hora de pegar o controle e começar sua viagem.

LÓGICA DE DARK SOULS

Muito provavelmente, se você se interessa por Nioh, já deve ter passado suas boas horas em Dark Souls. A lógica aqui é semelhante. Os checkpoints são altares, e eles funcionam exatamente como as fogueiras. Ali você pode subir de nível e fazer outras configurações no seu boneco, mas ao ativar um altar, quase todos os inimigos que você matou voltam à vida.

É comum também que, ao invés de te dar novos altares, os diabólicos desenvolvedores da Team Ninja abram um atalho para altares pelos quais você já passou. Você sempre vai perceber nos arredores de um altar portas trancada que só pode ser aberta pelo outro lado, ou escadas que devem ser derrubadas do andar de cima para cortar caminho. Assim, vale a pena explorar bem. Uma vez que você matou os inimigos, eles só voltam quando você ativar um altar (ou morrer, claro), então vale a pena passar um pente fino nas fases depois de ter limpado ela para garantir que você não se veja frente a frente com um chefe tendo que fazer um caminho mais longo do que o necessário para tentar de novo.

Dito isso, a Team Ninja foi muito mais benevolente do que a From Software na localização dos altares. Muitas vezes, eu encontrava um novo altar ou um atalho para um anterior antes mesmo de eu começar a me preocupar com isso, o que é ótimo, especialmente se você, como eu, odeia ter que jogar várias vezes a mesma coisa.

Você leva um bom tempo na exploração, mas uma vez que você matou todo mundo e fez a rapa nos itens, dá para atravessar um nível inteiro rapidinho caso você morra, sem grande dificuldade para voltar até onde morreu. Todos os itens que você já pegou continuam com você, e as portas que abriu continuam abertas.

O problema, é claro, é que você perde toda a sua Amrita (ou almas, ou simplesmente XP), que fica esperando no seu túmulo junto com seu guardião (mais sobre isso em breve). Em geral, para recuperar o preju, você tem que ir até onde morreu, mas há itens que chamam toda a Amrita de volta ou, se você não se importa com ela, pode chamar apenas o seu guardião interagindo com o altar no qual você reviveu.

VELOCIDADE DE NINJA GAIDEN

O combate não é lento como o de Dark Souls. Embora haja uma barra de stamina, as coisas aqui são bem mais adrenalísticas, mais próximas mesmo de um Ninja Gaiden. Essencial para se dar bem em Nioh é aprender a pulsar. Após uma sequência de ataques, sua barra de stamina, chamada de “ki”, vai estar quase vazia, mas parte dela vai reencher com a cor branca. Aperte R1 e recupere imediatamente tudo que estiver branco. Bobeie e ela vai encher lentamente, exigindo que você recue e aguarde antes de atacar de novo.

Se você for atacado quando não tiver mais ki, vai ficar ofegante e imóvel, só esperando por um ataque devastador dos seus inimigos. O lado bom? Os vilões humanos têm a mesma barra de ki, e também ficam ofegantes. Certifique-se de comprar o upgrade que concede a você a possibilidade de dar seu próprio ataque devastador quando eles se cansarem.

Tem também uma habilidade que é descrita com algo como “permite que você pulse enquanto está desviando”. Você desvia com o X, e pela descrição eu imaginei que ela possibilitava que você apertasse o R1 durante um desvio. Pensando que eu simplesmente não teria coordenação motora para isso, demorei muito para comprá-la. Não faça isso, delfonauta. Compre-a assim que possível!

Acontece que, apesar da descrição fraca, o que essa habilidade faz é possibilitar que o seu desvio já seja um pulso. Ou seja, você pode pulsar com R1 ou com o X. E o X tem a vantagem de, além de recuperar seu Ki, te afastar do perigo. É uma tremenda mão na roda.

Há um porém, no entanto. Isso vai fatalmente fazer com que você espere um segundo depois do ataque antes de desviar, para recuperar o máximo de ki. E nesse tempo, você vai levar uma boa porrada do seu desafeto. O desafio é desviar na hora necessária, mesmo sem recuperar o máximo de ki possível. Mesmo assim, tendo essa habilidade comprada, você recupera uma parte dele, o que é sempre útil.

LOOT DE DIABLO

Você vai pegar muitas roupinhas e arminhas em Nioh. A maioria vai ser inútil, e pode ser oferecida no altar em troca de amrita ou vendida no ferreiro por dinheiro. O ferreiro, que é habilitado após a segunda fase, quando você liberar o acesso ao mapa, não me pareceu muito útil a princípio. Porém, ele tem uma habilidade que é essencial, chamada “soul match”.

Você já conhece isso do Destiny, lá chamado de “infuse”. Basicamente, consiste em você juntar uma arma ou uma armadura da qual gosta com uma outra de nível maior, subindo assim o nível da sua peça atual.

Por que não usar simplesmente a de nível maior, o delfonauta pergunta enquanto lambe sua katana ameaçadoramente? Porque, assim como em Dark Souls, seu boneco tem limite do quanto pode vestir. Use armaduras muito pesadas e você vai ficar mais lento, vai usar mais ki e, se exagerar muito, pode ficar totalmente imóvel.

Eu passei boa parte das minhas primeiras horas de jogo upando a quantidade de peso que podia carregar, justamente para poder me equipar com armaduras mais dignas de um samurai pintudo como eu. Felizmente, o jogo oferece uma opção muito mais interessante, barata e rápida.

Quando você pegar armaduras leves, como roupas de pano, guarde-as, independente das suas estatísticas. Ao ter acesso ao ferreiro, use o soul match colocando as roupas de pano como base e as pesadonas como material. Bum! Agora você tem uma roupa de pano com proteção muito superior, em alguns casos chegando ao mesmo nível da armadura pesada que acabou de sacrificar.

Assim, quando pegar roupinhas novas, não olhe apenas a defesa, mas também o peso. Se o peso for bem leve, guarde e use o soul match no ferreiro com as que tem a defesa alta e você terá o melhor dos dois mundos.

Há um lado ruim, no entanto. Depois que você faz o primeiro soul match em uma peça, os seguintes ficam ridiculamente caros, então pense bem antes de fazer o primeiro.

UPGRADES

Os upgrades em Nioh parecem extremamente complicados. Tão complicados, aliás, que quando eu vi como funcionava, me encolhi em posição fetal e continuei jogando enquanto chorava baixinho, ignorando todos meus skill points por um bom tempo.

Acontece que você sobe de nível, mais ou menos como no Dark Souls. Você escolhe uma característica e ela vai subir suas estatísticas em campos específicos, como vida, ki, poder de ataque, etc. Boa parte das características vai te dar alguns skill points, que podem ser de samurai, de ninja ou de mágica, e podem ser usados para habilitar novos golpes, movimentos e habilidades.

Já se encolheu em posição fetal? Calma que fica pior! Enquanto os pontos de ninja e magia são usados especificamente para essas coisas, os de samurai são usados para as armas. O problema é que você precisa escolher ganhar habilidades específicas para cada arma e, dentro delas, ainda tem golpes que são específicos para cada uma das stances.

Pois é, você pode lutar com espada, duas espadas, machado, lança ou kusari-gama e cada uma delas tem golpes e combos específicos. Mais ainda, cada uma delas tem três stances, alta, média ou baixa, que modificam a força, a velocidade e o consumo de ki dos ataques, além de ter combos específicos em cada uma delas. Fuckin’ hell, só de explicar isso eu já estou tendo que fazer musculação na coluna para sair da posição fetal!

Mas calma, aqui a coisa melhora. Embora o jogo não te conte isso, boa parte das habilidades e combos que você comprar com pontos de samurai vale para todas as armas. Pois é, eu comecei o jogo comprando habilidades para duas espadas, que estava sendo minha arma principal. Daí quando eu peguei uma espada bacana, com poder elétrico, e fui fazer upgrades nela, constatei com alegria que ela já estava quase totalmente upada.

Então não se desespere, vá upando sua arma preferida e, caso queira trocar no futuro, faça isso sabendo que seus pontos na arma abandonada não foram totalmente perdidos.

YOKAIS

A maior parte dos seus inimigos não serão humanos, mas demônios chamados yokais. Os yokais também têm ki, mas eles não o recuperam automaticamente, precisam usar uma magia chamada yokai realm, que deixa uma bolinha cinza no chão. Nessa bolinha, eles recuperam ki e ficam mais fortes, enquanto você fica mais lento e quase não recupera seu próprio ki.

Para limpar o chão, você precisa pulsar quando a barra branca estiver no máximo, e essa é mais uma vantagem de habilitar o pulso no X, pois a desviada possibilita que você limpe duas ou mais bolinhas de uma vez.

Em algumas lutas, você pode simplesmente ignorar as bolinhas se tiver bastante espaço, mas isso não é recomendável. Alguns inimigos criam essas bolinhas o tempo todo e você não quer ficar preso em um chão todo cinza sem a possibilidade de recuperar seu ki para limpá-las. O ideal é atacar o yokai enquanto ele está criando a bolinha e já limpá-la imediatamente. Claro, é fácil falar, fazer é bem mais complicado.

ESCOLHA O SEU GUARDIÃO

No início do jogo, você pode escolher um de três guardiões, e conforme avança, vários outros vão ficando disponíveis. O guardião te dá uma habilidade chamada living weapon, ou “arma viva”. Basicamente, isso é um rage mode, que te torna mais forte e invencível por um curto período de tempo. É uma mão na roda contra os chefes ou caso você se veja lutando contra vários inimigos de uma vez.

Além disso, os guardiões dão também habilidades passivas, como aumentar o poder do seu ataque ou aumentar sua vida. No momento eu estou gostando de usar um que parece um boi (chamado Fuse-Ishi, se não me engano), que me dá 200 a mais de vida, e após alguns upgrades em spirit possibilita que eu recupere vida sempre que eu ganhe amrita.

Quando você morre, seu guardião fica guardando seu túmulo e sua amrita, o que significa que você não poderá usar a arma viva e não terá os bônus passivos até ir até o túmulo e pegar de volta. Você pode chamar seu guardião através do altar, sacrificando assim a amrita ou usar um item limitado para recuperar tudo de uma vez. Infelizmente, não dá para trocar de guardião até você recuperar o seu principal.

FAÇA AS SIDEMISSIONS E DIMINUA A DIFICULDADE

Se você curte a temática, o combate e tudo mais em Nioh, mas assim como eu, não quer fazer de sua viagem pelo Japão um exercício em frustração, há sidemissions que são liberadas sempre que você termina uma fase de história.

Elas podem incumbir você de voltar ao cenário pelo qual acabou de passar, com algumas diferenças (agora pode ser de dia, por exemplo) ou até mesmo mandar você para lugares inéditos. A vantagem de fazer todas as sidemissions é que você acaba subindo de nível, chegando a ficar overleveled.

Não demorou muito para eu chegar a ficar 10 níveis acima dos níveis recomendados para as missões de história. Isso fez com que, embora o jogo não chegasse a ficar fácil, pelo menos não ficou tão frustrante e repetitivo como costuma ser em Dark Souls. É uma boa opção se você preferir um progresso constante e lento ao invés de um mais repetitivo.

Outra forma de ganhar uns níveis rápidos é ajudando genéricos a passarem de seus desafios. Você pode escolher ajudar estranhos aleatórios no menu principal do mapa (chamado de starting point, ou ponto de partida), desde que você já tenha passado por aquela fase. O legal é que, mesmo que você ou o host morram, rolam recompensas, algo bem mais justo do que o “perdeu, playboy” do Dark Souls. O lado ruim é que, caso você ou o host morram no chefe, são forçadamente separados, não rola tentar de novo com a mesma dupla imediatamente.

Tem também a possibilidade de escolher uma fase pela qual já passou e jogá-la desde o início com outra pessoa que também já passou por ela. Esta opção dá bastante amrita e, por você estar jogando com outro jogador mais experiente, as fases e chefes ficam surpreendentemente fáceis. É uma boa se você quiser muita amrita com baixo risco, ainda que envolva jogar fases completas, e não apenas o chefe.

Por outro lado, se você é um gamer master race e é daqueles que termina Dark Souls jogando com os pés, evite as sidemissions e faça apenas as missões de história sempre em níveis próximos aos recomendados. Ainda assim, seja um cara legal e ajude outros jogadores. Nem todo mundo tem sua pintudice e ter um outro sujeito para dividir a atenção do chefe ajuda bastante os menos habilidosos.

Agora cuidado, no momento que eu estou no jogo, os níveis das missões principais subiram consideravelmente, chegando inclusive a passar o nível do meu boneco, e olha que eu fiz todas as sidemissions disponíveis. Então vai chegar uma hora que fazer as sidemissions não é mais uma tática para ficar overleveled, mas sim para ficar vivo.

TRAPACEIE PARA RESOLVER AS FALHAS DE DESIGN

Nioh copia algumas das piores decisões de design de Dark Souls. Em especial, se você usar itens importantes e morrer, seus itens não voltam, com exceção daqueles que o próprio altar fornece. Um deles é o elixir. Você ganha, por padrão, três em cada rezada do altar, mas você pode achar outros pelo cenário ou oferecendo armaduras no altar. Isso faz com que você acabe ficando com um saudável estoque de elixirs, dos quais você pode carregar um máximo de oito por vez. Quando você morre, tudo que for acima do padrão será retirado do seu estoque. Por exemplo, se você morreu com dois elixirs, um será fornecido automaticamente e cinco sairão do seu estoque.

Isso pode fazer com que você se veja usando todo seu estoque de elixirs em um chefe difícil e acabe sendo obrigado a vencê-lo com apenas os três padrões em cada vida. E se você já não estava conseguindo com oito, como fará isso com três?

Outra coisa que pode acontecer é você usar os itens que possibilitam coop, morrer no chefe e ficar sem itens para chamar ajuda de novo, ficando sem opções a não ser encarar o desafio sozinho.

Felizmente, há a possibilidade de trapacear para resolver isso de uma forma bem simples, que eu já usava no Dark Souls. Faça backup dos seus saves. Toda vez que eu entrava em uma fase nova ou ia encarar um novo chefe, eu saía do jogo e fazia backup. Você pode fazer isso via nuvem, caso seja assinante da Plus, ou então copiar diretamente para um pendrive.

O sistema do PS4 é bem lento para fazer isso, então a forma mais rápida que eu encontrei para quem tem Plus é entrar no modo de descanso do console e ligar de novo. Ao entrar no modo de descanso, o PS4 copia todos seus saves para a nuvem e faz isso bem mais rápido do que se você fizer manualmente. Não precisa nem fechar o jogo, mas mesmo assim é um processo que leva uns três minutos até estar jogando de novo.

A vantagem deste desonesto método é que se você se vir usando mais recursos do que deveria ao longo de muitas tentativas, você pode restaurar seu save, voltando assim do mesmo local e com todos os seus recursos de volta.

É uma trapaça, então fica a seu critério se você quer usar. Eu uso numa boa, pois considero que ficar sem itens que eu preciso para vencer um desafio quebra o jogo e é uma tremenda falha de design.

NÃO JOGUE O CONTROLE NO GATO

Esta talvez seja a dica mais importante. Controles de PS4 são caros e você provavelmente gosta do seu gato e não deseja machucá-lo. Se estiver travado em uma fase, desligue o videogame e volte outro dia. Combine sua jogatina de Nioh com um jogo mais fácil e relaxante, talvez até um walking simulator.

Caso você se veja numa situação impossível, tem um item que possibilita sair das fases e voltar para o mapa, chamado “himorogi fragment”. Ele faz você perder toda sua amrita, mas se você vai desistir, é só fazer um level up antes de sair e fica tudo certo.

Se você ainda estiver longe de um upgrade e não quiser perder sua amrita, tem um item limitado que te tira da fase levando junto sua amrita. É o “himorogi branch”, mas deixe para usá-lo quando for realmente necessário, pois ele é relativamente raro.

Tem mais alguma dica para ajudar os outros delfonautas ou eu mesmo na nossa dolorosa jornada pelo mundo de Nioh? Pois compartilhe-as nos comentários. High five!

Leia mais sobre Nioh, PS4, Team Ninja, Koei Tecmo, Dark Souls, RPG, Ação.




 

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